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Mário Costa Martins de Carvalho nasceu em Lisboa, em 1944. Formou-se em Direito pela Universidade de Lisboa e envolveu-se nas lutas estudantis contra o Regime Salazarista. Tal como acontecera a seu pai, foi preso pela PIDE. Mais tarde, esteve exilado em Lund, na Suécia, e em Paris.

  Mário de Carvalho é um escritor muito versátil, denotando um exímio domínio da língua portuguesa e a influência de grandes mestres. Mantém um registo frequentemente humorístico e irónico, uma das características imanentes à sua obra, tanto nos livros de pendor fantástico, como naqueles em que faz uma incursão pela História. O Livro Grande de Tebas, Navio e Mariana (1982), A Paixão do Conde de Fróis (1986), Quatrocentos Mil Sestércios, seguido de O Conde Jano (1991), Se Perguntarem Por Mim, Não Estou, seguido de Haja Harmonia (1999), Fantasia Para Dois Coronéis e Uma Piscina (2003), A Sala Magenta (2008), ou A Liberdade de Pátio (2013) granjearam-lhe os mais prestigiados prémios literários portugueses. O romance Um Deus Passeando Pela Brisa da Tarde (1994) foi também distinguido no estrangeiro.

Foto: Inácio Ludgero

O inaudito encontro de dois tempos na Avenida Gago Coutinho:

1148 e 1984 entre a Portela e o Areeiro - Mário de Carvalho

Flavio Garcia